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Um Estadista?

Qual seria a situação do Nordeste brasileiro, mais especificamente de Pernambuco, se não houvesse ocorrido à expulsão (compra) dos holandeses? É um questionamento a ser debatido, cousa que nunca houve, ou não se quis ter! Mas torna-se imperioso, este debate, para realmente cada vez mais conhecermos nosso país e principalmente como se deu a colonização (exploração). Não podemos imaginar o Recife hoje, sem a contribuição dos batavos na sua formação. O Recife, chamado pejorativamente de o “povo” era simplesmente um porto, muito mal visto pela nobreza da terra, que tinha Olinda como sede da Capitania. Tudo emanava de lá, e não havia qualquer interesse da nobreza local, que isso se modificasse, na verdade o Recife deveria continuar como era simplesmente o “povo”, onde era e servia de saída de mercadorias, em virtude do porto. É inegável a prosperidade oriunda do período Nassoviano e mesmo depois gerando assim diversas brigas entre as duas cidades, ou melhor, entre a cidade e o seu...

Patrimônio Histórico

Ao receber um artigo de um primo residente em Natal/RN, me deu, novamente, vontade de escrever e matar um pouco da “inveja” que sinto neste momento de não ter explicitado anteriormente minhas experiências em campo. Há algum tempo atrás, mas precisamente um ano, estive na casa de amigos em João Pessoa /PB e aproveitei a oportunidade e fui a Cruz do Espírito Santo, município próximo a capital, que fica margeando o rio Paraíba, um local belíssimo, tanto pela beleza natural, quanto pelos aspectos históricos. Fui com o intuito de achar a Capela do Engenho Puxi de Cima, Capela de São Filipe, buscando assim encontrar algo que me levasse aos meus quinto-avós, João de Mello Azedo e Tereza Jesus Cabral de Vasconcellos. Quando da chegada, ao longe a beleza natural encanta, a Capela cercada de palmeiras imperiais, traçando um caminho até a entrada principal da Capela. Ao aproximar-se um pouco de decepção, pois hoje ela se encontra em meio ao canavial e quando se ateia o fogo para a queimad...

Quinto constitucional equilibra e qualifica o Judiciário

Brasília - O portal Conjur publicou nesta quinta-feira (19) o artigo "Quinto constitucional equilibra e qualifica o Judiciário" , de autoria do presidente nacional da OAB, Claudio Lamachia. Confira: Quinto constitucional equilibra e qualifica o Judiciário Por Claudio Lamachia, presidente nacional da OAB Em tempos de grandes questionamentos e críticas ao quinto constitucional, é importante reafirmar a sua importância não apenas para o sistema de Justiça, mas para toda a sociedade. Mais do que mera opinião, é fato que o quinto constitucional tem garantido à segunda instância e aos tribunais superiores o conhecimento de destacados representantes da advocacia, de forma a proporcionar, juntamente com a magistratura de carreira, um equilíbrio necessário para que experiências distintas estabeleçam meios harmoniosos para evitar a perpetuação de erros no sistema judicial. Por tais razões, no momento em que há franca campanha de setores do Judiciário contra o arejamento esta...

DICA DE LEITURA

4 mil anos na balança Professor de ciência política de Columbia apresenta histórico das principais teorias de justiça desde a lei de talião Lilian Furquim de Campos Andrade Redistribuir recursos, bens ou oportunidades para corrigir desigualdades nas sociedades é a ideia de justiça social contemporânea. Dos tempos babilônicos da lei de talião, do “olho por olho, dente por dente”, até a ideia de equidade defendida por John Rawls (1921-2002) nos anos 1970, passaram-se mais de 4 mil anos. O livro Breve história da justiça , escrito pelo professor de ciência política da Universidade de Columbia, David Johnston, em 2011, que sai agora em português, percorre – de forma introdutória – esse caminho histórico. Os oito capítulos do livro vão da Mesopotâmia, passando por Platão, Aristóteles, Thomas Hobbes, Adam Smith, Jeremy Bentham, Kant, até Rawls. Começa com a noção anterior à de justiça, a de reciprocidade, de como se dão as relações entre as pessoas. Os primeiros registr...

O Regresso

Após alguns meses sem puder me dedicar a escrita no BLOG, estou a retornar, ou melhor a regressar, com muitas informações e quem sabe não criar debates entre os amantes da boa leitura. Reguessei... ACM

Baluartes Pernambucanos

O título pode deixar um pouco vago ao leitor, afinal, poderia estar falando de alguma personalidade, mas irei comentar a cerca de duas grandes Instituições Pernambucanas que deveriam preservar estás personalidades: o Arquivo Público e o Instituto Histórico . É lamentável a atual situação destes dois baluartes da cultura e divulgação da história pernambucana. Um totalmente esquecido e renegado aos poucos que ainda se aventuram a tentar realizar suas pesquisas, isso quando o mesmo encontra-se aberto, o outro com um acervo riquíssimo, não tão abandonado quanto o anterior, em face de alguns abnegados que lutam para mantê-lo com dignidade. A função profícua do Arquivo, de gerador de informação, publicidade das obras, que tão bem fez na época do governo do saudoso Barbosa Lima Sobrinho (1948-1951), além disponibilizar os periódicos aos que necessitam destas informações e acima de tudo realizar seu papel social de externar ao público em geral o seu acervo. Já o Instituto, loca...

Inventário de Francisco Antônio Cabral de Mello Azedo

Infelizmente, devido a quantidade de páginas não é possível colocar todo o inventário do patriarca dos Cabral de Mello, onde teve como inventariante sua esposa Ângela Felícia Lins de Albuquerque. Mas, segue abaixo a página de abertura do inventário. ACM